segunda-feira, 19 de março de 2012
I CONPOZAGÃO
QUERIDOS ALUNOS E ALUNAS, GOSTARIA MUITO DE VÊ-LOS PARTICIPAR DO I CONPOZAGÃO, CONCURSO DE POESIA EM HOMENAGEM AOS CEM ANOS DE LUIZ GONZAGA. PARA MAIS INFORMAÇÕES ACESSEM: chicocardosocz@yahoo.com.br ou chicocardoso.caldeirao@gmail.com
quarta-feira, 7 de março de 2012
PREMIAÇÃO
Caros alunos, alunas e seguidores do blog, quero dividir uma grande alegria com vocês. Não é ostentação, mas partilha de um grande sonho. Abraços de partilha.
Professora Francisca Vânia Rocha Nóbrega
Professora Francisca Vânia Rocha Nóbrega
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
ROMANTISMO BRASILEIRO
Canção do Exílio
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Coimbra - julho 1843.
Gonçalves Dias
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Coimbra - julho 1843.
Gonçalves Dias
domingo, 22 de janeiro de 2012
O PARADOXO DO NOSSO TEMPO - GEORGE CARLIN
" Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios; dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos cansados; lemos muito pouco, assistimos TV demais, e rezamos raramente. Odiamos frequentemente; aprendemos a sobrevier, não a viver; adicionamos anos às nossas vidas, e não vida aos nossoa anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldades em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos. aprendemos a nos apressar, e não a esperar. construímos mais computadorespara armazenar mais informações, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos vivendo a era do fast-food e da digestão lenta; do homem grande e do caráter pequeno; dos lucros acentuados e das relações vazias.
Essa é a era das viagens rápidas, das fraldas e moral descartáveis; das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas mágicas. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Essa é a era das viagens rápidas, das fraldas e moral descartáveis; das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas mágicas. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
POEMA
ASSIM SOU EU
A LUA SEM O FIRMAMENTO,
O CEU SEM ESTRELAS;
A FLORESTA SEM OS PÁSSAROS;
O MAR SEM SAL;
UM RIO SEM ÁGUA;
A PRIMAVERA SEM FLORES;
O ENTARDECER SEM SOL;
O HOMEM SEM AMOR;
UM NÁUFRAGO
ASSIM SOU EU
SEM VOCE.
Francisca Vânia Rocha Nóbrega
ROMANTISMO BRASILEIRO
O Poema Teresa pertence ao Romantismo? Por quê?
Teresa
A primeira vez que vi Teresa
Achei que ela tinha pernas estúpidas
Achei também que a cara parecia uma perna
Quando vi Teresa de novo
Achei que os olhos eram muito mais velhos que o resto do corpo
(Os olhos nasceram e ficaram esperando que o resto do corpo nascesse)
Da terceira vez não vi mais nada
Os ceus se misturaram coma terra
e o espírito de Deus voltou a se mover sobre a face das águas.
Manuel Bandeira
Teresa
A primeira vez que vi Teresa
Achei que ela tinha pernas estúpidas
Achei também que a cara parecia uma perna
Quando vi Teresa de novo
Achei que os olhos eram muito mais velhos que o resto do corpo
(Os olhos nasceram e ficaram esperando que o resto do corpo nascesse)
Da terceira vez não vi mais nada
Os ceus se misturaram coma terra
e o espírito de Deus voltou a se mover sobre a face das águas.
Manuel Bandeira
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